Quem sou eu
- vita
- sou uma pessoa comum,porem de muitas opiniões e gosto de compartilha-las.
sábado, 28 de maio de 2011
O TEMA É HOMOFÓBIA
gente eu sei que esse tema é muito polemico mas esse é o assunto mais discutido no momento.Gostaria de ouvir algumas opiniões.pois sei que cada pessoa tem seu ponto de vista e acho importante ouvir,então vamos lá,escrevam o que pensa e depois vou falar minha opinião pessoal,ok?,
quinta-feira, 21 de abril de 2011
CRISTO A NOSSA VERDADEIRA PASCOA
Estamos na semana Santa,época em que os cristãos comemoram a morte e ressureição de Cristo. Será mesmo? Entra ano e sai ano e tudo o que vejo é o comercio agitado por causa das vendas de ovos de pascoa,seus alvos:crianças eufóricas querendo ganhar aquele ovo de seu herói favorito,quem sabe no domingo o coelhinho da pascoa não escondi um desses!! Naõ devemos esquecer que a pascoa não é do coelhinho,nem do chocolate,mas sim de Jesus,que se entregou na cruz por nós.Antes de existir a sexta-feira da paixão que é o dia da morte de Jesus,já se comemorava a pascoa que foi constituída por Deus quando o povo de Israel saiu do Egito,está relatada lá na Bíblia no livro de exôdo.Assim como o povo de Israel foi liberto da escravidão do egito, Jesus veio pra trazer libertação do pecado,da morte pra vida.Pascoa significa ressureição e vida pois foi na pascoa que Jesus ressucito, ele venceu a morte,e vive pra sempre,ele é a nossa pascoa!!!
quarta-feira, 6 de abril de 2011
crianças que apanham dos pais
A repreensão física se torna cada vez mais uma prática condenada e mais incomum, mas um novo estudo realizado nos Estados Unidos afirma que crianças que apanham dos pais como parte da educação têm melhores notas e são mais otimistas. Além disso, estas crianças, que receberam repreensão física dos pais antes dos seis anos, têm maiores chances de fazer trabalhos voluntários e mais vontade de ter um curso de graduação.
Apesar dos resultados mostrados pela pesquisa, grupos de direitos humanos argumentam que esta é uma forma antiquada de educação, que pode levar a danos e problemas mentais nas crianças. Marjorie Gunnoe, que realizou a pesquisa, afirma que o estudo mostra que não há provas suficientes para impedir que os pais escolham como devem punir os filhos quando fazer algo errado. “Eu acho que bater nos filhos é uma ferramenta perigosa, mas às vezes existem problemas grandes o bastante para esta ferramenta”, afirma a pesquisadora. “Só não se pode usá-la para todos os problemas”, esclarece Gunnoe.
A pesquisa foi realizada com 179 adolescentes, que responderam a um questionário sobre a freqüência com que apanhavam dos pais e com que idade tinham recebido a repreensão física pela ultima vez. Depois, os resultados foram comparados com outros questionários, que falavam sobre efeitos negativos – comportamento anti-social, atividade sexual precoce, violência e depressão – e positivos – sucesso acadêmico e ambições de vida.
Os adolescentes que levaram palmadas até os seus anos afirmaram ter melhores performances em quase todas as categorias positivas e não mostraram resultados piores nas negativas do que aqueles que não apanhavam. As crianças que apanharam dos sete aos 11 anos também mostraram melhores resultados acadêmicos, embora também tivessem mais problemas, como envolvimento em brigas. Os participantes que afirmaram ainda apanhar dos pais tiveram resultados piores em todas as categorias.
Respostas
A pesquisa trouxe à tona a ira de organizações que defendem o fim das punições físicas. Nos Estados Unidos, a Sociedade Nacional de Prevenção à Crueldade afirmou, em declaração oficial, que crianças devem ter proteção legal a agressões, como os adultos. “Outras pesquisas mostram que bater nos filhos afeta o comportamento e desenvolvimento mental das crianças, e aumenta as chances de elas se tornarem anti-sociais”, afirma a organização.
Entretanto, organizações de pais, como a Parents Outloud, defendem leves palmadas como uma ferramenta de educação válida. Margaret Morrissey, porta-voz da organização, afirma que é muito difícil explicar para uma criança pequena que algo que ela fez é errado. “Um leve tapinha muitas vezes é o meio mais eficiente de ensinar a elas que não devem fazer algo que é perigoso ou danoso a outras pessoas”, diz.
Entretanto, mesmo a organização que defende uma leve repreensão física concorda que qualquer violência mais pesada deve ser combatida: “Qualquer coisa a mais que um leve tapa é errado, mas os pais devem ter a liberdade de disciplinar seus filhos sem medo”, afirma Morrissey. Aric Singman, autor do livro “The Spoilt Generation” (“A geração mimada”, sem edição em português), defende que uma maior autoridade por parte dos pais ajudaria na disciplina das crianças. “Se a repreensão for feita por um pai que tem um afeto normal e sensível, a sociedade não deveria julgar isso”, afirma o escritor. “Devemos confiar que os pais sabem a diferença entre uma repreensão física e um soco, por exemplo”. [Telegraph]
Apesar dos resultados mostrados pela pesquisa, grupos de direitos humanos argumentam que esta é uma forma antiquada de educação, que pode levar a danos e problemas mentais nas crianças. Marjorie Gunnoe, que realizou a pesquisa, afirma que o estudo mostra que não há provas suficientes para impedir que os pais escolham como devem punir os filhos quando fazer algo errado. “Eu acho que bater nos filhos é uma ferramenta perigosa, mas às vezes existem problemas grandes o bastante para esta ferramenta”, afirma a pesquisadora. “Só não se pode usá-la para todos os problemas”, esclarece Gunnoe.
A pesquisa foi realizada com 179 adolescentes, que responderam a um questionário sobre a freqüência com que apanhavam dos pais e com que idade tinham recebido a repreensão física pela ultima vez. Depois, os resultados foram comparados com outros questionários, que falavam sobre efeitos negativos – comportamento anti-social, atividade sexual precoce, violência e depressão – e positivos – sucesso acadêmico e ambições de vida.
Os adolescentes que levaram palmadas até os seus anos afirmaram ter melhores performances em quase todas as categorias positivas e não mostraram resultados piores nas negativas do que aqueles que não apanhavam. As crianças que apanharam dos sete aos 11 anos também mostraram melhores resultados acadêmicos, embora também tivessem mais problemas, como envolvimento em brigas. Os participantes que afirmaram ainda apanhar dos pais tiveram resultados piores em todas as categorias.
Respostas
A pesquisa trouxe à tona a ira de organizações que defendem o fim das punições físicas. Nos Estados Unidos, a Sociedade Nacional de Prevenção à Crueldade afirmou, em declaração oficial, que crianças devem ter proteção legal a agressões, como os adultos. “Outras pesquisas mostram que bater nos filhos afeta o comportamento e desenvolvimento mental das crianças, e aumenta as chances de elas se tornarem anti-sociais”, afirma a organização.
Entretanto, organizações de pais, como a Parents Outloud, defendem leves palmadas como uma ferramenta de educação válida. Margaret Morrissey, porta-voz da organização, afirma que é muito difícil explicar para uma criança pequena que algo que ela fez é errado. “Um leve tapinha muitas vezes é o meio mais eficiente de ensinar a elas que não devem fazer algo que é perigoso ou danoso a outras pessoas”, diz.
Entretanto, mesmo a organização que defende uma leve repreensão física concorda que qualquer violência mais pesada deve ser combatida: “Qualquer coisa a mais que um leve tapa é errado, mas os pais devem ter a liberdade de disciplinar seus filhos sem medo”, afirma Morrissey. Aric Singman, autor do livro “The Spoilt Generation” (“A geração mimada”, sem edição em português), defende que uma maior autoridade por parte dos pais ajudaria na disciplina das crianças. “Se a repreensão for feita por um pai que tem um afeto normal e sensível, a sociedade não deveria julgar isso”, afirma o escritor. “Devemos confiar que os pais sabem a diferença entre uma repreensão física e um soco, por exemplo”. [Telegraph]
sábado, 12 de março de 2011
ELES FAZEM MAIS QUE CANTAR!
Eu li em uma revista de tecnologia que o Will.i.am agora é Diretor de inovação e criatividade da INTEL,e que a Leide GaGa também e diretora criativa da Polaróide desde de Janeiro de 2010.È gente na verdade quem foi criativos mesmo foram essas empresas ao contratarem pessoas tão queridas do publico,foi uma verdadeira jogada de Markting! Agora acredito que essa nova função vai abrir oportunidades pra nós que estamos entrando na área da tecnologia da informação.
NOVAS PESPECTIVAS
AGORA ESTOU COM UMA NOVA PESPECTIVA DE VIDA,ESTOU FAZENDO CURSO DE TI E TO ACHANDO MUITO BOM, NA VERDADE EU TEMIA UM POUCO POR CAUSA DA MINHA IDADE,MAS TO VENDO QUE PRA OBTER CONHECIMENTOS NÃO TEM IDADE,E ESSA ARÉA É MUITO VASTA,DIFICIL, MAS, INTERESSANTE.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
DDA Alguém sabe o que é?
Nuca tinha ouvido falar sobre esse tal de DDA,mas sempre fiquei intrigada com meu jeito de ser e comportamento em algumas situações.Exemplo: comessar algo e nunca terminar,não ter paciência com algumas coisas,em fim.Outro dia vi uma entrevista com a Monique Evans e ela falava sobre esse DISTURBIO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO e fui pesquisar sobre o tema e achei uma pagina falando desse assunto o qual vou compartilhar com vocês algumas partes.
Bem lôgico que esse ultimo paragrafo não é meu caso! o nome do site é http://www.metas.com.br/
Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)
O DDA ocorre como resultado de uma disfunção neurológica no córtex pré-frontal. Quando pessoas que têm DDA tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui, ao invés de aumentar (como nos sujeitos do grupo de controle de cérebros normais). Assim sendo, pessoas que sofrem de DDA mostram muitos dos sintomas discutidos nesse capítulo, como fraca supervisão interna, pequeno âmbito de atenção, distração, desorganização, hiperatividade (apesar de que só metade das pessoas com DDA sejam hiperativas), problemas de controle de impulso, dificuldade de aprender com erros passados, falta de previsão e adiamento.
O DDA tem sido de particular interesse para mim nos últimos 15 anos. A propósito, dois dos meus três filhos têm essa síndrome. Eu digo às pessoas que entendo mais de DDA do que gostaria. Através de uma pesquisa feita com SPECT na minha clínica, com imagens cerebrais e trabalho genético feito por outras, descobrimos que o DDA é basicamente uma disfunção geneticamente herdada do córtex pré-frontal, devido, em parte, a uma deficiência do neurotransmissor dopamina.
Aqui estão algumas das características comuns do DDA, que claramente ligam essa doença ao córtex pré-frontal.
Quanto mais você tenta, pior fica
A pesquisa mostrou que quanto mais as pessoas que têm DDA tentam se concentrar, pior para elas. A atividade no córtex pré-frontal, na verdade, desliga, ao invés de ligar. Quando um pai, professor, supervisor ou gerente põe mais pressão na pessoa que tem DDA, para que ela melhore seu desempenho, ela se torna menos eficiente. Muitas vezes, quando isso acontece, o pai, o professor ou chefe interpretam o ocorrido como um decréscimo de performance, ou má conduta proposital, e daí surgem problemas sérios. Um homem com DDA de quem eu tratei disse-me que sempre que seu chefe o pressionava para que fizesse um trabalho melhor, seu desempenho piorava muito, ainda que estivesse tentando melhorar. A verdade é que quase todos nós nos saímos melhor com elogios. Eu descobri que isso é essencial para pessoas com DDA. Quando o chefe as estimula a fazer melhor de modo positivo, elas se tornam mais produtiva. Quando se é pai, professor ou supervisor de alguém com DDA, funciona muito mais usar elogio e estímulo do que pressão. Pessoas com DDA saem-se melhor em ambientes que sejam altamente interessantes ou estimulantes e relativamente tranqüilos.
Pequeno âmbito de atenção
Um âmbito de atenção pequeno é a identificação desse distúrbio. Pessoas que sofrem de DDA têm dificuldade de manter a atenção e o esforço durante períodos de tempo prolongados. Sua atenção tende a vagar e freqüentemente se desligam da tarefa, pensando ou fazendo coisas diferentes da tarefa a ser realizada. Ainda assim, uma das coisas que muitas vezes enganam clínicos inexperientes ao tratar desse distúrbio é que as pessoas com DDA não têm um âmbito pequeno de atenção para tudo. Freqüentemente, pessoas que sofrem de DDA conseguem prestar muita atenção em coisas que são bonitas, novas, novidades, coisas altamente estimulantes, interessantes ou assustadoras. Essas coisas oferecem uma estimulação intrínseca suficiente a ponto de ativarem o córtex pré-frontal, de modo que a pessoa consiga focalizar e se concentrar. Uma criança com DDA pode se sair muito bem em uma situação interpessoal e desmoronar completamente em uma sala de aula com 30 crianças. Meu filho que tem DDA, por exemplo, costumava levar quatro horas para fazer um dever de casa que levaria meia hora, muitas vezes se desligando da tarefa. Mas se você lhe der uma revista sobre estéreo de carros, ele a lê rapidamente de cabo a rabo e se lembra de cada detalhe. Pessoas com DDA têm dificuldade em prestar atenção por muito tempo em assuntos longos, comuns, rotineiros e cotidianos, como lição de casa, trabalho de casa, tarefas simples ou papelada. O terreno é terrível e uma opção nada desejável para elas. Elas precisam de excitação e interesse para acionar suas funções do córtex pré-frontal.
Muitos casais adultos me dizem que, no começo de seu relacionamento, o parceiro com DDA adulto conseguia prestar atenção à outra pessoa durante horas. O estímulo de um novo amor ajudava-o a se concentrar. Mas quando a "novidade" e a excitação do relacionamento começavam a diminuir (como acontece com quase todos os relacionamentos), a pessoa com DDA tinha muito mais dificuldade em prestar atenção e sua capacidade de escutar falhava.
Distração
Como já mencionei acima, o córtex pré-frontal manda sinais inibitórios para outras áreas do cérebro, sossegando os dados advindos do meio, de modo que você possa se concentrar. Quando o córtex pré-frontal está com hipoatividade, ele não desencoraja adequadamente as partes sensoriais do cérebro e, como resultado, estímulos em demasia bombardeiam o cérebro. A distração fica evidente em muitos locais diferentes para uma pessoa com DDA. Na classe, durante reuniões, ou enquanto ouve um parceiro, a pessoa com DDA tende a perceber outras coisas que estão acontecendo e tem dificuldade em se concentrar na questão que está sendo tratada. As pessoas que têm DDA tendem a olhar pelo quarto, desligar-se, parecer aborrecidas, esquecer-se de para onde vai a conversa e interrompê-la com uma informação totalmente fora do assunto. A distração e o pequeno âmbito de atenção podem também fazer com que elas levem muito mais tempo para completar seu trabalho.
Impulsividade
A falta de controle do impulso faz com que muitas pessoas que têm DDA se metam em enrascadas. Elas podem dizer coisas inadequadas para os pais, amigos, professores, outros empregados, ou clientes. Uma vez eu tive um paciente que foi despedido de 13 empregos, porque tinha dificuldade em controlar o que dizia. Ainda que realmente quisesse manter váriosempregos, de repente punha para fora o que estava pensando, antes de ter a oportunidade de processar o pensamento. Decisões mal pensadas são ligados à impulsividade. Em vez de pensar bem no problema, muitas pessoas que sofrem de DDA querem uma solução imediata e acabam agindo sem pensar. De modo similar, a impulsividade faz com que essas pessoas tenham dificuldade de passar pelos canais estabelecidos do trabalho. Elas freqüentemente vão direto ao topo para resolver os problemas, em vez de seguir o sistema. Isso pode causar ressentimento dos colegas e supervisores imediatos. A impulsividade pode também levar a condutas problemáticas como mentir (diz a primeira coisa que vem a cabeça), roubar, Ter casos e gastar em excesso. Eu tratei de muitas pessoas com DDA que sofriam da vergonha e da culpa oriundas desses comportamentos.
Nas minhas palestras costumo freqüentemente perguntar ao público: "Quantas pessoas aqui são casadas?". Uma grande porcentagem da platéia levanta as mãos. Depois eu pergunto: "É útil dizer tudo o que pensa em seu casamento?". O público ri, porque todos sabem a resposta. "Claro que não", eu continuo. "Os relacionamentos requerem tato." Mesmo assim, devido à impulsividade e à falta de pensar antes de agir, muitas pessoas que têm DDA dizem a primeira coisa que vem à mente. E, em vez de pedir desculpas por terem dito uma coisa que magoou, muitas tentam justificar por que fizeram a observação que magoou, só piorando as coisas. Um comentário impulsivo pode estragar uma noite agradável, um fim de semana, ou mesmo um casamento inteiro."
A busca do conflito
Uma vez tratei de um homem que ficava quieto atrás de um canto de sua casa e pulava de repente para assustar sua esposa na hora em que ela fosse entrar. Ele gostava da mudança que obtinha com os gritos dela. Infelizmente para sua esposa, ela ficou com arritmia, devido aos sustos repetidos. Tratei de muitos adultos e crianças com DDA que pareciam sentir-se motivados fazendo seus animais de estimação ficar bravos, fazendo brincadeiras irritantes ou provocando-os.
Os pais de crianças com DDA comumente relatam que seus filhos são peritos em deixá-los bravos. Uma mãe me contou que, quando ela acorda de manhã, ela promete que não vai gritar nem ficar brava com seu filho de oito anos. Ainda assim, invariavelmente, na hora que ele vai para escola, já ouve pelo menos três brigas e os dois se sentem péssimos. Quando expliquei à mãe sobre a necessidade inconsciente que a criança tem de estimulação, ela parou de gritar com ele. Quando os pais param de oferecer estimulação negativa (gritos, surras, sermões, etc), diminui o comportamento negativo dessas crianças. Sempre que você se sentir como esses pais, pare e fale o mais suavemente que possa. Desse modo, você está ajudando seu filho a largar o vício de arranjar confusão e ao mesmo tempo colaborando para baixar sua própria pressão sangüínea.
Outra conduta de auto-estimulação comum em pessoas que têm DDA é se preocupar com ou se concentrar em problemas. O tumulto emocional gerado pela preocupação ou por estar aborrecido produz agentes químicos de estresse, que mantêm o cérebro ativo. Uma vez tratei de uma mulher que tinha depressão e DDA. Ela começava cada sessão me dizendo que iria se matar. Ela percebia que isso me deixava ansioso e parecia gostar de me dar os detalhes mórbidos de como o faria. Depois de conhecê-la bem, eu lhe disse: "Pare de falar em suicídio. Eu não acredito que você vá se matar. Você ama seus quatro filhos e não posso acreditar que os abandonaria. Acho que você usa essa conversa como uma maneira de criar agitação. Sem que você saiba, seu DDA faz com que você brinque de ‘Vamos criar um problema’. Isso estraga qualquer alegria que você possa Ter em sua vida". No começo, ela ficou muito zangada comigo (outra fonte de conflito, eu disse a ela), mas confiava em mim o suficiente para, no mínimo, observar seu próprio comportamento. Diminuir sua necessidade de criar caso tornou-se o foco maior da psicoterapia.
Um problema significativo do uso da raiva, tumulto emocional e emoção negativa para auto-estimulação é isso que é danoso ao sistema imunológico. Os altos níveis de adrenalina produzidos pelo comportamento direcionado ao conflito diminuem a eficácia do sistema imunológico e aumentam a vulnerabilidade à doença. Eu vi provas dessa deficiência muitas e muitas vezes, na conexão entre o DDA e infeções crônicas e na maior incidência de fibromialgia, dor muscular crônica que se considera associada à imunodeficiência.
Muitas pessoas que têm DDA tendem a se meter em brigas constantes com uma ou mais pessoas, em casa, no trabalho ou na escola. Elas parecem escolher inconscientemente pessoas que são vulneráveis e travam batalhas verbais com elas. Muitas mães de filhos com DDA me disseram que tinham vontade de fugir de casa. Elas não agüentavam o tumulto constante de suas relações com as crianças com DDA. Muitas crianças e adultos com DDA têm tendência de deixar os outros sem graça por pouca ou nenhuma razão, o que conseqüentemente faz com que suas "vítimas" se distanciem deles e isso pode resultar em isolamento social. Elas podem ser os palhaços da classe na escola, ou os espertinhos no trabalho. Witzelsucht é o termo que a literatura da neuropsiquiatria usa para caracterizar "o vício em fazer brincadeiras de mau gosto". Esse vício foi descrito inicialmente em pacientes que tinham tumores no lobo frontal, especialmente do lado direito.
Desorganização
Começam muitos projetos, mas terminam poucos
A energia e o entusiasmo de pessoas com DDA muitas vezes as leva a começar muitos projetos. Infelizmente, pelo fato de serem distraídas e dado o seu pequeno âmbito de atenção, prejudicam sua capacidade de completá-los. Um gerente de uma estação de rádio me disse que ele começara cerca de 30 projetos especiais no ano anterior, mas havia completado uns poucos apenas. Ele me disse: "Estou sempre voltando para eles, mas tenho novas idéias que acabam atrapalhando". Também tratei de um professor que me disse que, no ano anterior ao que veio me consultar, ele começara 300 projetos diferentes. Sua esposa terminou seu pensamento dizendo que ele completara somente três.
Mau humor e pensamento negativo
Muitas pessoas com DDA tendem a ser mal-humoradas, irritadiças e negativas. Como o córtex pré-frontal está pouco ativo, ele não pode moderar totalmente o sistema límbico, que fica hiperativo, levando a problemas no controle do humor. De outro modo sutil, como já mencionado, muitas pessoas com DDA preocupam-se com ou ficam superconcentradas em pensamentos negativos, como uma forma de auto-estimulação. Se não conseguem arrumar confusão com os outros no meio ambiente, buscam isso dentro de si mesmas. Elas freqüentemente têm uma atitude do tipo "o mundo está acabando", o que as distancia dos outros.
Antes o DDA era considerado um distúrbio de garotos hiperativos que o superariam antes da puberdade. Sabemos agora que a maioria das pessoas que têm DDA não supera os sintomas do distúrbio e que este, freqüentemente, ocorre em meninas e mulheres. Calcula-se que o DDA afete 17 milhões de norte-americanos. www.meta.com.br
Desorganização é outro marco importante do DDA. A desorganização inclui tanto o espaço físico, como salas, escrivaninhas, malas, gabinetes de arquivo e armários, quanto o tempo. Freqüentemente quando se olha para as áreas de trabalho de pessoas com DDA, é admirar que possam trabalhar ali. Elas tendem a Ter muitas pilhas de "coisas"; a papelada é algo que freqüentemente elas têm muita dificuldade de organizar; e parece que têm um sistema de arquivo que só elas podem entender (e mesmo assim só nos dias bons). Muitas pessoas com DDA têm atrasos crônicos ou adiam as coisas até o último momento. Eu tive vários pacientes que compraram sirenes de companhias de segurança para ajudá-los a acordar. Imagine o que deviam pensar os vizinhos! Essas pessoas também tendem a perder a noção do tempo, o que contribui para que se atrasem.Muitas pessoas que sofrem de DDA inconscientemente buscam o conflito como uma maneira de estimular seu próprio córtex pré-frontal. Eles não sabem que fazem isso. Não planejaram fazer isso. Negam que fazem isso. E ainda assim o fazem. A relativa falta de atividade e estímulo do córtex pré-frontal anseia por mais atividade. Entrar em hiperatividade, desassossego, e ficar cantarolando são formas de auto-estimulação. Outro modo de as pessoas com DDA "tentarem ligar seus cérebros" é provocando confusão. Se elas conseguem que seus pais ou cônjuges tornem-se agitados ou gritem com elas, isso pode aumentar a atividade de seus lobos frontais e ajudá-las a sentirem-se mais sintonizadas. Novamente este não é um fenômeno consciente. Mas parece que muitas pessoas que têm DDA ficam viciadas em confusão. Bem lôgico que esse ultimo paragrafo não é meu caso! o nome do site é http://www.metas.com.br/
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A QUESTÃO DAS SACOLAS PLÁSTICA
.Agora os supermercados estão oferecendo caixas de papelão e até descontos para quem utilizar as caixas, eu mesmo gosto de usar essas caixas é melhor pra por as compras no porta malas do carro.outro dia estava conversando com uma atendente e ela me contava que muitas das pessoas preferem as sacolas pra por seus lixos domésticos e eu disse pra ela que quando eu era criança no interior da bahia as pessoas colocavam seus lixos em baldes velhos e latas e o lixeiro despejava no caminhão e devolvia as vasilhas nessa época nem se falava em reciclagem.Eu acho que essa era uma ótima opção para melhorar o numero de resíduos plástico no meio ambiente.Agora existem baldes de cor verde vermelha e amarela pra coleta seletiva,mas tenho notado que essa coleta esta tá bem seletiva mesmo com relação as pessoas.Só existem coleta seletiva em condomínios e bairros de classe média a alta porem nos bairros comuns,e comunidades pobres isso não existe.os nossos governantes deveriam empenhar mais para melhorar as condições do nosso lixo e investir em cooperativas de reciclagem,pois existem pessoas que não sabem mas estamos perdendo dinheiro quando não reciclamos o nosso lixo.Vamos pensar no amanhã o que será do nosso planeta,vamos educar os nossos filhos para que não cometam os mesmo erros que nós.A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMEÇA EM CASA
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